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INQ vai certificar jovens com profissões não reconhecidas em Cabinda

Aida Horta 20 de Julho de 2026 41693 Views
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Os cidadãos que têm uma formação profissional, mas que nunca foram reconhecidas, em Cabinda, vão passar a ter a sua situação regularizada com atribuição de certificados, através do Instituto Nacional de Qualificações (INQ), para melhor estarem preparados para o mercado de trabalho.

A garantia foi dada, ontem, em Cabinda, pelo chefe de departamento provincial do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTESS), Daniel Sumbo, durante a abertura da primeira edição da Semana Nacional de Qualificações (SNAQ).

Daniel Sumbo destacou que o objectivo do INQ é valorizar o capital humano, garantir que todos os cidadãos tenham uma qualificação reconhecida pelo estado e que correspondam aos desafios do desenvolvimento económico e social do país.

O responsável referiu que a província de Cabinda não podia ficar de parte, pelo potencial económico e dinâmico do seu tecido empresarial, por esta razão, o INQ possui nesta região um espaço estratégico intervir com a sociedade promotora do desenvolvimento local.

“Queremos valorizar a progressão escolar ou profissional dos cidadãos e a sua integração sócio profissional, com especial atenção aos grupos com mais dificuldades de estarem inseridos no mercado de trabalho”, referiu.

Durante o encontro foi realizada uma palestra sobre o quadro de qualificações, apresentada pelo chefe do departamento nacional de certificação de entidades formadoras do INQ, Manuel António Espanhol.

Manuel António Espanhol realçou que o sistema nacional de qualificações tem novas tendências implementadas pelo Executivo, para que os cidadãos tenham qualidade e competência no exercício das suas funções.

Esses instrumentos, explicou, foram criados para dar rosto e visibilidade aquelas pessoas que não têm certificados e competências, apesar de possuírem qualificação profissional, numa determinada área.

Para o efeito, o cidadão tem de saber ler, escrever, informar onde, como e com quem aprendeu a profissão, o tempo de experiência é de mínimo três anos, e posteriormente encaminhar para o INEFOP validar as suas competências com um certificado de mérito.

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